quarta-feira, 8 de outubro de 2014

O quê cobiçamos? [Outubro]

Na postagem anterior   O quê cobiçamos? , falei sobre como aquilo que vemos todos os dias nos afeta. Tudo aquilo com que somos literalmente 'bombardeados' constantemente acaba se tornando parte da nossa maneira de ver o mundo. Comerciais na TV, em revistas e jornais, nos afetam muito mais do que imaginamos. Ao andarmos na rua, as próprias vitrines expõem as mulheres aos pedaços - muitas vezes apenas bundas e peitos. 

Na continuação, vou seguir postando as imagens veiculadas em um jornal de grande circulação da região Sul do Brasil, um jornal destinado à família toda, portanto também vista por crianças e adolescentes. 


01 de outubro




03 de Outubro 




06 de outubro



07 de outubro 



08 de outubro



09 de outubro



11 de outubro


14 de outubro


17 de Outubro
(não uma só, mas três) 





18 de outubro 
(duas)




4 comentários:

  1. Respostas
    1. Fora o fato de você achar que essas mulheres são uma "delícia", você tem algum respeito por elas?

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  2. Qual é o problema de crianças e adolescentes verem? O que pode acontecer é os menores de 9/10 anos (as crianças) nem darem atenção, e os maiores de 10 anos (adolescentes) partirem para a bronha, como jovens saudáveis, por acharem essas mulheres "gostosas".
    Vamos parar de moralismo. O moralismo só serviu para gerar pessoas reprimidas sexualmente.
    O Anônimo acima disse "Só delícia" e você viu isso como desrespeito.
    Achar uma mulher "gostosa" é respeitar a sua sensualidade.
    Algo que poderia ser criticado é o fato da mídia se aproveitar da sexualidade feminina para alienar a sociedade, especialmente homens. Ai sim, é uma reflexão válida.

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    1. Pergunta: você leu a primeira parte dessa série?
      Se tivesse saberia que por causa do verdadeiro 'bombardeio' com esse tipo de imagem que toda a sociedade sofre, as mulheres acabam não sendo vistas como pessoas, mas como 'produtos'.
      Concordo que a sexualidade feminina é usada para alienar as pessoas, e de fato isso não é bom para ninguém.
      O problema de crianças e adolescentes verem constantemente a mulher sendo retratadas dessa forma, como 'produtos', faz com que incorporem desde cedo esse conceito, e acabam inclusive tendo grandes dificuldade em se relacionar com mulheres normais, porque não aprenderam a vê-las como pessoas inteiras.

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