Um tempo atrás haviam publicado um ataque no blog contra a Lola Aronovich. Comentei o assunto aqui, pedindo que as pessoas denunciassem o blog do "Silvio Koerich" (segundo entendi, o verdadeiro Silvio Koerich não tem nada a ver com isso). Isso me rendeu uma postagem de difamação por parte deles, mas o estranho disso é que não postaram de forma independente.
Em vez disso elem copiaram uma postagem do blog do Roberto Cavalcanti!
E o próprio Roberto Cavalcanti foi lá comentar e elogiar a postagem que haviam feito.
Até aí podemos dizer que não tem nada demais. Mas esses dias descobri uma comunidade no Orkut chamada "Penetração Corretiva" que estimula o estupro de lésbicas para "corrigí-las". Um dos membros é um tal de Kyo, que vive postando conteúdos na comunidade "EU SOU ATEU - Ateismo" idênticos ao conteúdo do blog dos dois que foram presos na semana passada. E vejam só o que tem na descrição da comunidade:
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Além da comunidade "Direito Constitucional", (que foi deletada há poucos dias pelo dono, que ainda deletou o perfil que usava para gerenciar a comunidade, além de vários outros fakes) estar nas 'comunidades relacionadas', o blog indicado como sendo "o meu blog oficial" é nada mais nada menos que o blog do próprio Roberto Cavalcanti!
O que será que isso significa?
E tem algo que também chama atenção. Há dois dias o Roberto Cavalcanti se deu ao trabalho de postar a notícia no blog dele, dando a entender que os repudiava totalmente. Isso apesar de ter comentado na época, parabenizando-os por postarem a matéria copiada do blog dele há pouco tempo. Vejam só as voltas que o mundo dá...
Vejamos a "nota de repúdio" dele:
(*) A julgar pelo conteúdo do site, de péssimo gosto em praticamente tudo e que nem cumpria com seu principal objetivo, que era o de fazer rir, a PF certamente prendeu duas pessoas com sérios problemas emocionais. Estas pessoas não são normais. São pessoas com sérios distúrbios psicológicos e, por conta disto, não devem amargar condenação a uma pena privativa de liberdade. São pessoas com patologias mentais e que devem ser internadas para tratamento de seus distúrbios. Visivelmente queriam atrair a atenção através de conteúdo chocante, seja através de fotos ou comentários.Em verdade, estas pessoas - que se declaram como "direitistas" - pareciam estar a serviço da esquerda, pois prestavam um desserviço para a causa conservadora através deste site ridículo, "queimando o filme" do conservadorismo e atraindo a indevida atenção da polícia para criminalização das opiniões dissidentes. Se eram perigosos, possivelmente sim, a julgar pelo comportamento inconseqüente e auto-destrutivo, implorando para que fossem presos. Era realmente tudo o que a esquerda queria para cair em cima da direita, da religião cristã, do conservadorismo, enfim. Espero, sinceramente, que eles possam ficar bem longe da internet.
Agora vamos só dar uma olhada em uma outra nota de Roberto Cavalcanti sobre a notícia de que
na Uganda agora querem punir a homossexualidade com prisão perptua ou mesmo a morte:
(*) A moralidade costuma caminhar na direção inversa ao acúmulo de riquezas. Normalmente, quanto mais rico o país, mais imoral. Daí porque Cristo sentencia: "É mais fácil passar o camelo pelo fundo duma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus." (Lc 18, 25). Uganda é um país pobre, mas muito mais rico em valores que países como Dinamarca, Suécia, Noruega, Holanda e Canadá, por exemplo. Para quem costuma dizer que a raça branca é absolutamente superior à negra, eis o exemplo de Uganda para desmentir esta premissa. Uganda chegou a ser o país com maior taxa de contaminação de AIDS na África. Entretanto, resolveu adotar políticas públicas mais eficazes, seja do ponto de vista da racionalidade ou da economia, visando combater a AIDS fortalecendo a moralidade dos cidadãos. Grosso modo, isso se deu através de campanhas pela abstinência sexual e fidelidade. Com isso, conseguiu resultados expressivos na luta contra a AIDS, reduzindo drasticamente o seu número de infectados. Enquanto isso, o Brasil, sobretudo o Governo Federal do PT, insiste na frenética, perdulária, irresponsável e ineficaz campanha de distribuição de preservativos, ao mesmo tempo em que propositadamente enfraquece as bases morais do país. No entanto, a mídia faz questão de boicotar o bom exemplo de Uganda. Uganda é um país que olha para trás e aprende com os seus antigos erros, visando não repeti-los. Por conta disso, o homossexualismo é criminalizado, não sem razão, mas pela sua associação estreita com o flagelo da AIDS, que ceifou milhares de vidas naquele país, assim como com o abuso infantil. A criminalização das condutas homossexuais é meio legítimo de se preservar a moral comunal, bem como de se combater a AIDS. Há que se discordar, no entanto, do estabelecimento de penas cruéis no combate ao homossexualismo, pois o Estado não deve ser criminoso para combater crimes. Uma pena de prisão perpétua é sempre cruel neste tocante. Se um animal perpetuamente sem liberdade costuma se tornar muito pior, o que dirá um homem. A pena de morte, ao contrário, pode ser legítima a depender do caso e do contexto, quando aplicada dignamente.
(*) Como eu alertara há cerca de dois anos, a nova febre da mídia esquerdista, o bullying, é uma espécie de PLC 122/2006 em miniatura, visando combater a "homofobia", leia-se aqui as legítimas críticas aos homossexuais, e toda sorte de discriminações - justas ou não - desde a tenra idade nas escolas. É uma nova estratégia invasiva da esquerda visando levar à instância pública assuntos de família e de escola, coisas que poderiam ser resolvidas nestas instâncias inferiores com uma boa conversa, mas que acabam tendo repercussão nacional, transformando-se em assunto de Estado simplesmente pelo fato da vítima pertencer a uma destas "minorias desfavorecidas". Assim, estes veículos da grande mídia só estão dando ressonância a este pequeno incidente porque a vítima era gay. A mídia não se importaria nem um pouco se a vítima fosse heterossexual ou cristã. Igualmente, essa mesma mídia só veicula reportagens quando os gays estão na condição de vítimas. Jamais na condição de algozes. Assim, você não verá notícias de gays abusando ou torturando menores, como já reportado neste blog. Um pequeno incidente basta, todavia, para transformar-se num verdadeiro assunto de Estado, reclamando a intervenção até do Ministério Público. Em verdade, sabemos que toda esta mega-ressonância a estes pequenos incidentes deixam claras as intenções dos controladores destas mídias de massa: 1) fortalecer o prestígio dos homossexuais na sociedade e, ao mesmo tempo, hostilizar a sociedade tida como "homofóbica" desde a infância; 2) combater a instância familiar, apresentando-a como impotente para dar uma boa educação aos filhos e gerenciar os seus conflitos. Assim, o Estado intervém repleto de pretensões éticas e pedagógicas para proteger os seus cidadãos prediletos.
Como eu consignei alhures, "Em regra, o bullying não deve ser reprimido, pois uma sociedade preconceituosa forja o caráter de futuros homens e mulheres de verdade, que saberão lidar com os sofrimentos com sabedoria. (...) Nas Forças Armadas, o bullying é regra, pois um soldado que não suporta sofrimentos não pode ser soldado. O mesmo deveria valer para o menino da escola, que convivendo com o sofrimento saberia como aprender a lidar com ele no futuro. (...) Cortar essa experiência na criança; esses rituais de aprendizado, parecem-me um processo de efeminização e de anulação da autonomia individual em resolver seus próprios problemas. "
Enfim, na escola até professor apanha, mas porque o menino pertence à casta dos hoje privilegiados homossexuais, o microproblema deve ter ressonância mundial.
Fica a dúvida, este "senhor" é realmente muito melhor do que aqueles dois que ele agora repudia?
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Para finalizar, uma singela homenagem aos dois:
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