sábado, 21 de janeiro de 2012

A História de Haroldo Galves - O lado DELE [4]

CRONOLOGIA DOS FATOS COMO REALMENTE ACONTECERAM.

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Palavras do advogado de Haroldo Galves: "A sua condenação não foi por pedofilia, logo não pode ser assim taxado A imputação de algum crime a outra pessoa caracteriza calúnia. Quem o chamar ou divulgar para terceiros que você é pedófilo está sujeito a um processo por calúnia."





[ Palavras do advogado de Haroldo Galves: "A sua condenação não foi por pedofilia, logo não pode ser assim taxado A imputação de algum crime a outra pessoa caracteriza calúnia. Quem o chamar ou divulgar para terceiros que você é pedófilo está sujeito a um processo por calúnia."]

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1Desde 2006 participo da LdE (Liberdade de Expressão, comunidade no Orkut). Meros 6 meses depois em que participava lá com discussões saudáveis e inteligentes, a comunidade foi invadida por 'personagens criadas por pessoas carentes de atenção, do tipo Netzistas (nazistas de Internet)' pregando ódio racial, anti-semitismo, homofobia e ódio a ateus. Assumi a moderação da comunidade porque pedi ao dono que tomasse alguma providência e ele não tendo tempo, passou-me a moderação e depois passou-me a comunidade que prometi, e cumpri, limpá-la de todo tipo de lixo que se esconde covardemente atrás do anonimato. Nisso, fakes de atuais e, principalmente de um atual solitário difamador de ateus e homossexuais e que se fez inimigo pessoal meu e da Åsa, para não falar de vários de seus ex-aliados (não digo amigos porque acho que ele nunca teve amigos). Os ataques de todo tipo continuaram e, com a identificação de meu nome completo por uma pessoa com quem trocava mensagens e fez mau uso da minha confiança, meu endereço e telefone também foram descobertos e eu e principalmente minha mãe, passamos a receber agressões, minha mãe até mesmo obscenas e ameaças. Tive que mudar meu número de telefone.

2Nesta época Åsa, que já participava da comunidade e defendia aberta e corajosamente ateus e homossexuais de crimes de injúria e da pregação de ódio contra estes e outras minorias, também se tornou alvo dos ataques de tais covardes. Tive muitos moderadores, mas acabei ficando durante um certo tempo somente com a Åsa porque foi a única moderadora em que pude confiar.

3 - Aproximadamente na segunda metade de maio de 2009 (lembro que tive meu computador apreendido em 4 de junho de 2009), uma pessoa com avatar e nick femininos se ofereceu como amiga ao meu antigo e extinto perfil de dono da comunidade e, em uma comunidade, não na LdE, mas numa que eu visitava com freqüência, Anti Politicamente Correto ou uma de Direito, não me recordo, comentou comigo numa tópico que queria me ajudar a denunciar "esses homens santos, homofóbicos, etc." (algo nesses termos) e me indicou que conhecia um arquivo com uma conversa gravada no MSN entre um adulto e uma menor de idade que poderia ser identificado mas não tinha o arquivo, havia sabido dele e que poderia ser encontrado no Limewire e num outro programa de compartilhamento de arquivos, não me lembro qual. Como recentemente eu havia colocado uma restrição à exposição de imagens de crianças nos avatares dos membros da LdE depois que vi mais de um avatar de um desses mesmos homofóbicos e racistas usando uma imagem de uma criança menor de 3 anos de costas numa praia e nua (tipo propaganda de loção de proteção solar), e usando linguagem racista, violenta e fazendo apologia de violência, proibi o uso de avatares com crianças nas fotos, como também tinha proibido a exibição de fotos de álbuns para humilhar, expor ou insultar os desafetos. Como recentemente havia proibido o uso de fotos de crianças nos avatares e feito um comentário na própria LdE de que achava que "pedófilos deveriam ser enforcados pelo saco" me reportando a casos de abuso de crianças alguns casos até com assassinato da vítima, não estranhei essa denúncia. Baixei o Limewire mas não soube configurar direito e o achei muito ruim e perguntei se precisava ser o Limewire ou outro servia. A pessoa, um fake, disse que tanto fazia. Como tinha o E-Mule, usei esse para procurar tal arquivo que poderia identificar dados sobre um predador sexual. Não tendo nenhuma informação específica sobre o arquivo, nenhuma palavra-chave, baixei lotes de arquivos todos ao mesmo tempo usando palavras-chave que aludiam à idade de crianças e a termos como "webcam". A maioria dos arquivos vieram dentro de arquivos compactados, .rar, ou .zip, cujo conteúdo só é conhecido depois que você termina os downloads e os abre. Ao escolher as palavras chaves apareceram centenas de arquivos, selecionei todos, cliquei uma única vez em "iniciar download" e o resto o software fez sozinho. Claro que não fiquei "baixando arquivo por arquivo, olhando para a tela". Apenas dei prosseguimento a outras coisas e em algumas horas quase todos os downloads haviam terminado. Eles foram colocados automaticamente numa pasta que eu deixava na área de trabalho chamada "downloads", pasta alvo para arquivos que eu baixava do E-Mule. Fiquei ainda alguns dias sem mexer em nada, nos últimos dias de maio abri alguns dos arquivos, ignorei os que não davam pistas alguma sobre o arquivo mencionado pela pessoa e acabei descobrindo não um, mas DOIS arquivos de gravação de conversa pelo MSN entre uma adulto (presumivelmente, já que não havia foto verdadeira) e uma menina entre 11 e 13 anos. Essa menina no começo de cada um dos arquivos que eram trechos parciais das conversas, já estava no processo de se despir diante da webcam. Era incitada pela pessoa do outro lado. A imagem era bem fechada de modo a não mostrar a maior parte da conversa escrita. Mas o hotmail da menina era visível apesar da baixa definição e embora eu não me recorde do nome inteiro, posso dizer que começava com [conteúdo sigiloso]. O do aliciador eu só consegui ver depois de muitas tentativas e me lembro que começava ou continha a palavra [conteúdo sigiloso].


Dois fatos importantes:


1-eu decidi baixar os arquivos somente depois que ao consultar o Google sobre a licitude de tal procedimento, fui convencido pelos resultados que encontrei, de que não era crime possuir arquivos com pornografia com menores de 18 anos no computador, apenas possuir e que, porém, uma proposta de lei estava sendo enviada ao Senado para tornar a simples posse também um crime. Como o Google faz uma pesquisa default em que TODAS AS DATAS são puxadas e eu não tive, como ainda não tenho o hábito de, verificar a data do noticiário sobre o fato de "a lei estar ainda para ser votada pelo Senado", resolvi baixar e prosseguir com a investigação (só soube que a lei já havia sido aprovada uns 7 meses antes quando o delegado comentou que eu tivera "azar pois até o final do ano passado isso não era crime”, e só pude pesquisar e entender o porque de meu equívoco ao pesquisar no Google, evidentemente DEPOIS que saí do centro de detenção). Já tinha anteriormente identificado potenciais predadores sexuais usando Engenharia Social, e mantive em meu computador que, NÃO TEVE UMA PERÍCIA FEITA A PEDIDO DE MEU ADVOGADO E EM MINHA PRESENÇA (FIQUEI PRESO DURANTE TODO O TEMPO SEM COMUNICAÇÃO COM O MUNDO EXTERIOR) porque o "meu" advogado, só se tornou "meu advogado" umas duas semanas ou menos antes da data da audiência e JÁ HAVIA VENCIDO O PRAZO PARA PEDIR A PERÍCIA DA DEFESA, só a perícia da promotoria havia sido feita, que obviamente só procurou o que lhe convinha.

TIVESSE SIDO FEITA UMA PERÍCIA COM MINHA PRESENÇA E INSTRUÇÕES, SE ENCONTRARIAM BLOCOS DE NOTAS COM ANOTAÇÕES DE TELEFONES DE POTENCIAIS E PROVÁVEIS ALICIADORES DE CRIANÇAS (PEDÓFILOS, PARA OS QUE NÃO CONHECEM O EMPREGO LEGÍTIMO DA PALAVRA E SUAS RESTRIÇÕES), TELEFONES CELULARES, CASEIROS E NUM CASO, O ENDEREÇO COMPLETO, EM SÃO PAULO, COM NOME DA PESSOA, TELEFONE RESIDENCIAL, COMERCIAL E CELULAR.

[Nota importante: Fiquei no escuro, sem comunicação telefônica, sem advogado constituído e sem acesso a qualquer meio de comunicação interativo e, é claro, sem acesso à Internet durante os 149 dias em que estive detido à espera da audiência com o juiz. Enquanto eu me encontrava detido e impotente,  inimigos pessoais já mencionados, praticamente quase tudo feito por apenas UM, tiveram tempo e liberdade para criar uma rede de difamação e calúnia pelas redes sociais e pelo Youtube graças ao incidente de tal fato, minha detenção com tal material, sem nenhuma legítima relevância jornalística, exceto para um programinha de TV que atende às classes D e E e é um espaço alugado para conseguir anunciantes e portanto vive do sensacionalismo, de gritaria, de histeria (falsa e calculada), de suposições infundadas (legendas com o texto: “maníaco da Internet”, “a polícia suspeita estar atrás de uma rede internacional de pedofilia”, factóide e não corroborado por informações reais do que a polícia realmente investigava, “o medo dos vizinhos é que Haroldo pode ter abusado de crianças da vizinhança”,  calunioso e sem a menor base em fatos, mas segura a audiência, “a polícia procura vítimas do maníaco da Internet”, multiplamente falso, especulativo, difamatório e com a única intenção de segurar e aumentar a audiência, etc.). De resto, não fosse o desespero dos produtores de um programa classe Z órfãos de ataques de Pitbull que precisam segurar a audiência entre um e outro motoboy acidentado visto por helicóptero como se fosse um novo 9/11 para pobres de espírito e pessoas sem noção de relevância jornalística, ninguém sequer saberia desses fatos e não teriam adquirido, na Net, a aparente importância que adquiriu. Lamento que entre os manipulados se encontram algumas poucas pessoas de inteligência e caráter superior, mas que se renderam à fraqueza diante de uma construção desinformativa que nestes artigos, eu desconstruo tijolo por tijolo, byte por byte.]

2 - na delegacia, quando além de admitir (não confessar, com a conotação de "estar arrependido de ter cometido um crime) que eu realmente era o autor dos downloads, que ninguém me auxiliara ou me forçara e que os havia feito pelos motivos que descrevi acima, tinha esperança de provar ter agido de boa-fé e de mostrar a localização dos endereços e telefones dos suspeitos que eu mesmo investigara à polícia e conseguir me defender em liberdade e com pleno acesso ao meu computador. Muita ingenuidade de minha parte. Fizeram o que é típico de policia descerebrada: fizeram promessas de me ajudar se "eu passasse nomes de comparsas" ao que eu reagi com indignação e repeti o que já havia dito e pedi para poder mostrar as provas que tinha em meu computador, pedido que foi, é claro, sumariamente negado.

Desde então nunca mais vi ou toquei naquele computador, só a perícia da acusação, mas não meu advogado munido de instruções e vontade de encontrar fatos que abonariam minhas palavras. As tais pessoas que eu identificara e que só não denunciara ainda por serem casos sem comprovação efetiva (não haviam realmente abusado de alguma criança e eu temia que, ao ter tentado identificá-los, pudesse eu  ter cometido um crime também, por isso não comunicara nada, ironicamente algo que me foi cobrado pelo juiz no dia da audiência! [“Porque o senhor não comunicou à polícia o que encontrara?”]).


4 - Fui levado à carceragem poucas horas depois de ter chegado lá e preenchido o B.O.
Quando fui transferido para outro setor para ser fotografado, vi um cameraman à distância apontando em minha direção. Lembrei a ameaça de um dos policiais de que "ligaria para o datena"  mas não acreditei que o fato fosse digno de repercussão, mesmo num programinha fuleiro e de baixo nível como aquele, olhei para trás a procura do alvo da lente da câmera, mas descobri que a câmera estava lá para mim mesmo. Em nenhum momento fui entrevistado, não havia repórter, só uma câmera para criara material de consumo para o programa do datena. Só soube do grau de difamação sofrido por mim e os danos causados à minha mãe quando, preso, outros presos me disseram que me haviam visto no datena e que o "Magno Malta havia me chamado de maníaco", e outras coisas e "acabado comigo", algo que nunca comprovei. Mas sei hoje que minha imagem foi utilizada com a legenda ou as palavras faladas  "Polícia procura vítimas do maníaco da Internet". Sei que foi sugerido, como se houvesse alguma suspeita, algo que nunca houve, em menos de 3 horas depois que eu fui preso! de que eu seria parte de "uma organização internacional de pedofilia" e de que poderia "ter abusado sexualmente de crianças da vizinhança"!

Esclarecendo, tão friamente quanto consigo e preciso me manter para ser sucinto e objetivo (embora minha revolta e mágoa me façam querer extravasar tudo o que eu penso e consertar todas as injustiças), afirmo sujeitando-me às penas da lei e a quaisquer meios, legais, jornalísticos ou de outro tipo que neguem minhas afirmações e a quaisquer conseqüências legais a que estiver sujeito se estiver mentindo que:





1-Nunca tive qualquer envolvimento emocional, romântico, sentimental e menos ainda, sexual com qualquer pessoa menor de 18 anos desde que EU PASSEI a ser maior de 18 anos;

2-Não sofro de nenhuma parafilia, mais precisamente, da denominada 'pedofilia' que é descrita como "excitação sexual por pessoas menores que 14 anos que excluem características anatômicas sexualmente secundárias", ou seja, corpos de crianças. Não tenho interesse sexual por crianças e nem sinto excitação sexual por crianças e desafio qualquer teste psicológico ou psiquátrico a provar o contrário;

3-Afirmei a verdade ao dizer
a) que baixei os arquivos por sugestão (mas não forçado) de um ou uma 'denunciante' que fez uma denúncia numa comunidade do Orkut e através de uma mensagem pessoal;
b) encontrei tais arquivos, tentei identificar o criminoso, sem sucesso, contudo e
c) não procede nenhuma acusação de que teria baixado tal material
    c1-sabendo tratar-se de crime na época e
    c2- com intuito de "me deleitar com imagens de crianças e adolescentes, semi-nuas, 
          nuas ou praticando sexo com adultos e pior ainda, sendo forçadas.


Aqui, eu deixo um espaço em branco, por razões de economia e objetividade e por não ser o objetivo deste depoimento neste blog e não cito as inúmeras violações de meus direitos constitucionais, violências físicas e morais a que fui submetido, muito além mesmo da 'gravidade' do crime de que fui acusado, se fosse legitimo que presos em aguardo de julgamento fossem tratados com brutalidade arbitrária por funcionários do Estado e por outros presos, muitos deles assassinos que deixaram crianças órfãs ou que venderam e vendem drogas a crianças  e as levam a se prostituir, não menciono os danos físicos (um deles pelo menos, provavelmente, permanente), traumas psicológicos e sofrimento que não pode ser traduzido adequadamente  em palavras e nem imaginado, além de uma longa história de ostracismo, discriminação e atos de ódio dirigidos contra mim e que resultaram em danos à saúde de minha mãe, principalmente em virtude de reportagens espúrias e mentirosas veiculadas no calor do momento, sugerindo falsidades que moldaram a imagem que pessoas que pouco me conhecem, passaram a ter de mim. Isso fica para o futuro próximo e outros veículos de divulgação.

Descrevo agora a farsa, a montagem feita por inimigos pessoais meus e de dona Åsa, as distorções de fatos e citações de fatos sem comprovação factual que foram e estão sendo usados para atingir-me por motivos pessoais e à Dona Åsa Heuser, tanto por motivos pessoais como para atingi-la por defender as causas LGBT, feministas e para atingir as causas abraçadas pelo Movimento Ateísta.

5 -  Determinada pessoa e seus avatares distribuídos na Internet e poucas outras pessoas, citam sempre o número absurdo de 65 MIL FOTOS ou ARQUIVOS (eles nunca sabem precisar se falam de fotos ou de arquivos que incluem vídeos) que teriam sido encontrados no meu computador. Não vou deixar que isso passe em branco.

Meu computador apreendido, um Positivo, tinha um HD de 80GB dos quais 74GB são utilizáveis. Destes 74GB, aproximadamente 95% estavam ocupados por todo tipo de arquivo, fotos pessoais e familiares, músicas, filmes, programas e outras coisas. Sou um usuário excessivo da memória do computador e  de seu 'storage space'. Quando iniciei os downloads do material meu computador não contava com mais do que 3 ou 4GB de espaço(embora eu possa estar enganado, não sei a quantidade precisa, mas estou certo de que não possuía mais do que 10GB de espaço livre para colocar qualquer coisa. Poucos dias antes, ao baixar filmes, vinha constantemente o aviso de que não havia espaço suficiente no disco rígido. Meu computador atual possui 650GB de espaço, eu o tenho a mais ou menos 1 ano e quase 100% dos discos rígidos estão ocupados e CONTUDO, contei 46 MIL arquivos totais.

Quando um dos técnicos (que não é funcionário da Assistência Técnica para onde mandei meu computador que ficou lá o dia inteiro sem minha preocupação, pois o mandei para lá antes das 10 da manhã e só voltei às 17h20m) depôs em juízo, se mostrava nervoso e o juiz lhe fez perguntas que o deixaram ainda mais desorientado. Perguntou-lhe se havia fotos de pornografia adulta no lote. Ele respondeu que sim. O juiz então pediu que avaliasse quantas e ele disse "não tenho certeza" e com a persistência do juiz ele se saiu com "umas 15 ou 16". Em seguida o juiz lhe perguntou quantos arquivos (fotos ou vídeos, não me lembro a palavra usada) havia no computador, o técnico cujo nome, local de trabalho e residência conheço, não se mostrou ainda mais nervoso e cheio de chiliques nervosos e acabou dizendo "uns 60 mil" (o mesmo número aludido no programa do datena), ao que o juiz prosseguiu: "Você não tem certeza se são 15 ou 16 arquivos com imagens de adultos mas sabe dizer que são 60 mil arquivos no total? Como contou?" A resposta mais nervosa ainda, "A gente vai no log" ou algum termo assim. Bom, para resumir, do mesmo modo que minhas palavras: "Estou investigando e denunciando grupos e pessoas neo-nazistas, homofóbicos e racistas a mais ou menos 1 ANO E MEIO NO ORKUT, acabou, na mesa do juiz como sendo " o réu admitiu que baixava material pornográfico infantil a mais ou menos 1 ANO E MEIO", distorcendo completamente o que eu havia dito, certamente as palavras do técnico, que ou agiu de boa-fé ou da outra maneira alternativa e sob a orientação da promotora, se referiu ao NÚMERO TOTAL DE TODO TIPO DE ARQUIVO QUE EU TINHA NO COMPUTADOR e NÃO apenas aos de pornografia, dando a entender que haveria 65 mil arquivos SÓ de pornografia ilegal no meu computador. O absurdo salta aos olhos quando se considera que hoje, em meu HD de 500MB eu tenho meros 46.000 arquivos, ou seja, tenho menos arquivos em 6,25 vezes MAIS ESPAÇO eu tenho MENOS ARQUIVOS do que o que foi alegado que eu teria em meu computador de apenas 80GB e quase cheio até a boca quando iniciei os downloads!
É notável que o número 65 mil foi comprado rapidamente pelo datena e sua equipe sensacionalista que jamais conseguiria manter uma audiência alta e vencer a concorrência e perderia dinheiro do lucro dos anunciantes se revelasse o número pequeno de arquivos:

-O réu NÃO admitiu ter contatos de troca de arquivos com 'outros' pedófilos,
- declarou que deveria possuir mais ou menos apenas entre 200 e 1000 arquivos ao todo, inclusive arquivos de vídeo, que exigiriam muito mais espaço livre de HD e que nos arquivos do computador do réu

- NÃO FORAM ENCONTRADAS QUAISQUER PROVAS DE ELE MANTER CONTATOS AMISTOSOS COM PORNÓGRAFOS,

-NÃO FORAM ENCONTRADAS FOTOS PESSOAIS DELE COM CRIANÇAS,

-NÃO FORAM ENCONTRADAS CONVERSAS DELE COM CRIANÇAS -MESMO CONVERSAS INOCENTES- e

 -NÃO HÁ NENHUM VESTÍGIO OU SUSPEITA POR PARTE DA POLÍCIA DE O RÉU, QUE NEM DE LONGE POSSUI UM LOTE TÃO GRANDE DE ARQUIVOS PORNOGRÁFICOS NO SEU COMPUTADOR,

-NÃO HÁ NENHUM VESTÍGIO OU SUSPEITA DE ELE FAZER PARTE DE ALGUM GRUPO DE PORNÓGRAFOS

-OU DE TER VÍTIMAS ENTRE SEUS PARENTES OU VIZINHOS.


Mas é claro que a audiência do programinha marrom cairia, pessoas mudariam de canal.
Isso é o que eu tenho a dizer, por enquanto, sobre o mito, a mentira deslavada e usada manipuladamente para impressionar com números extravagantes, a opinião pública e criar um clima de ódio e nojo por este que aqui escreve.

Prints anexos mostrando o absurdo da existência de tal número de arquivos de fotos E VÍDEOS em tão pouco espaço num HD já quase totalmente ocupado ACRESCENTADO AOS ARQUIVOS NÃO ILEGAIS JÁ LÁ PRESENTES! estão disponíveis abaixo para que as próprias pessoas inteligentes, céticas e com senso de lógica e de justiça, formem a própria opinião.








Muito mais tenho a dizer, mas segundo um acordo informal por escrito com a Sra. Åsa Heuser, pessoa de um caráter tão firme e corajoso que jamais conheci tanto neste ambiente virtual quanto no Mundo Real, o mundo onde ativistas homofóbicos e anti-ateus não passam de pequenos homenzinhos covardes e patéticos (e não os Avatares que criam usando a arte do Ilusionismo Internético), fui tão sucinto e objetivo quanto consegui ser neste relato inicial. O acréscimo de detalhes e de links com prints aumentará a credibilidade do que escrevi aqui, e serão feitos posteriormente, mas por outro lado, segundo o conselho bem a calhar de Dona Åsa, o excesso de informações e discursos de indignação neste primeiro momento (contendo acusações com procedência e armadas de provas contra o tratamento que tanto eu, quanto tantos outras vítimas do sistema de trituração psicológica da polícia e judiciário brasileiro, infame entre órgãos internacionais que fiscalizam o cumprimento de normas internacionais de tratamento de pessoas sob a custódia da polícia e da justiça e da garantia da preservação de seus direitos fundamentais), poderia comprometer a leitura e compreensão dos fatos mais relevantes.  

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[Esta postagem conclui a parte principal da história de Haroldo Galves, mas poderá, e provavelmente haverá, acréscimos posteriores para esclarecer mais detalhes]


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2 comentários:

  1. Bem, eu era atuante no orkut na época, e gostaria de saber o nick da tal fake feminina.

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    1. Como eu fiquei incomunicado desde o dia em que meu computador foi apreendido e o perfil que eu usei foi deletado pelo Google, as conversas que eu tive com essa pessoa pelo Google Talk e o que eu conversei com quem e onde, eu não tenho mais. Seria muito bom para MIM se eu tivesse acesso a isso. Mesmo assim vou começar a pesquisar se é possível recuperar alguma coisa, pelo menos o perfil da pessoa que conversava comigo através de meu perfil extinto.
      Provas de que eu realmente conversei com tal pessoa estão num depoimento que mandei para a Dona Åsa Heuser justamente na manhã do dia em que meu computador foi apreendido, muitas horas antes disso, quando eu suspeitava que meu computador havia sido hackeado para deletar tudo o que eu tinha pois havia avisado meus detratores e os da Dona Åsa de que possuía considerável quantidade de prints com provas de difamações e calúnias e inúmeros perfis fakes, comunidades feitas para nos difamar e ameaças feitas com alguns poucos perfis autênticos. Certamente alguém ficou desesperado porque o que havia e AINDA HÁ naquele computador, além de informações que podem ou poderiam levar a verdadeiros molestadores de crianças confessos que identifiquei, há também uma enormidade quantidade de provas contra outras pessoas. Ainda bem que consegui salvar grande parte daquele material em CDs, DVDs e contas de e-mail. Ainda estou para recuperar muita coisa pois têm coisas em lugares até difíceis de imaginar.
      Alguma contribuição sua mediante sua identificação civil (mantida em segredo) através de comunicação com Dona Åsa, será bem vinda.

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