quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

A História de Haroldo Galves - O lado DELE [1]

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A meu pedido Haroldo Galves está escrevendo a sua história. Por causa dos detalhes necessários para esclarecer todas as circunstância envolvidas é um relato muito longo, e por isso será dividido em partes.  Peço a todos que se dispuserem a ler o seu relato que o leiam com cuidado.

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Primeiro, algumas informações essenciais:


1 - Haroldo não foi acusado, nem condenado, por "pedofilia". A acusação foi de ter violado um artigo do E.C.A. e de ter feito download de material pornográfico vedado plo E.C.A. e cuja posse, não era crime até o final de 2008. 

E-mail do advogado de Haroldo Galves, esclarecendo a natureza da acusação.
Palavras do advogado de Haroldo Galves: "A sua condenação não foi por pedofilia, logo não pode ser assim taxado A imputação de algum crime a outra pessoa caracteriza calúnia. Quem o chamar ou divulgar para terceiros que você é pedófilo está sujeito a um processo por calúnia."


2 - Haroldo declarou logo que foi detido que havia mesmo feito tais downloads e o fez segindo inidicações dadas por um anônimo no Orkut sobre um chat gravado ou printado no MSN entre um adulto e uma menina que poderia, se o autor fosse identificado, levar à prisão de um autêntico predador sexual. A pessoa não pode, (ou não quis?) precisar um nome do artigo que obrigou Haroldo a baixar vários artigos principalmente de vídeos para poder identificar o endereço de hotmail do criminoso.

3 - Ele nunca foi acusado de ter molestado nenhuma criança ou adolescente em toda a sua vida e já declarou até mesmo antes dos fatos seu empenho em denunciar à Safernet e ao Google perfis ou declarações abonando atos de sexo com crianças e chegou a declarar uma vez, o que foi até citado por seus adversários como sendo favorável a "enforcar 'pedófilos pelo saco[sic]", usando a palavra 'pedófilo' como sinônimo de abusador e estuprador de crianças.

4 - Ele nunca teve 60 (ou 65) mil fotos de pornografia infantil em seu computador. O próprio técnico, que nem era empregado da Assistência Técnica onde Haroldo deixou seu computador (estranhamente!!!!!), se confundiu ao tentar explicar como chegou ao tal número e tremia como vara verde enquanto o juiz lhe fazia perguntas que o pegaram em contradição.

Artigo do ECA que define o tipo de crime

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Além disso

5 - Os tais "antecedentes" se referem a uma ação trabalhista ocorrida em 1992.

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Só serão aceitos comentários desabonadores ou que neguem as afirmações, de pessoas que sejam identificáveis (à Dona Åsa e ao Haroldo privativamente), por nome completo e meios de localizar caso seja cometido crime de injúria, difamação ou calúnia. Esses nomes e os dados não serão publicados no blog, mas não serão admitidas acusações sem provas e anônimas.

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Agora, um alerta a todas as comunidades ateistas, e também às organizações LGBT.

O que está ocorrendo na verdade é uma tentativa de achincalhar a TODOS, pelo expediente do linchamento moral de minha pessoa, usando uma interpretação distorcida e maldosa do que ocorreu com o Haroldo Galves.

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A propósito, alguém lembrou do caso da Escola Base? Eu lembrei.


A partir de amanhã, a primeira parte da história de Haroldo, contada por ele mesmo.

Aguardem.

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Leia também "A História de Haroldo Galves - O meu lado
e "Porque sou alvo de tanto ódio"                   

2 comentários:

  1. Ser chamado de pornógrafo infantil é um termo que só cabe a quem produz e está envolvido na produção de pornografia infantil e em auferir lucros, tipicamente essas pessoas não sentem atração por crianças. São apenas crápulas como racistas e homofóbicos, mesmo racistas in self-denial' depois de uma crise de identidade.
    Do mesmo modo é pornógrafo quem fabrica e produz ou participa de pornografia adulta e legal. Não fosse o caso, consumidores de 'Gorn', Gore + Porn, filmes com cenas de tripas e sangue espalhados e cabeças sendo cortadas por serras deveriam ser equiparados a psicopatas sádicos (todos os fãs de filmes de Horror de Hollywood) e pessoas que se deleitam em ver cenas reais de degolação, assassinatos, mutilações e suicídios, muitas feitas na Rússia e em lugares da Ásia e África recentemente, deveriam ser equiparadas moral e legalmente aos seus perpetradores. Mas ninguém gostaria de ir tão longe, afinal a carne é fraca e "minhas" fraquezas são mais virtuosas do que as fraquezas de meus vizinhos.
    Em tempo: Racismo e homofobia e difamação do nome de mortos como Eliza Samudio e apoio e homenagem a atos repugnantes de uma Mayara Petruso que zombou dos incidentes trágicos que vitimaram nordestinos, adultos e crianças, são os verdadeiros atos obscenos, nojentos, imundos, covardes e provenientes de pessoas desprezíveis.

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  2. Para se ver 'Gore' no Brasil, basta ver acidentes de trânsito, o que é até legal a divulgação de seus vídeos no país. Por isso a generalização deve ter seus cuidados, como no caso de Haroldo Galves

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