domingo, 8 de agosto de 2010

Meu pai

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Meio lugar-comum, eu sei, mas me deu vontade de escrever sobre isso.

Até porque, se hoje sou o que sou, devo isso em parte a ele, assim como minha mãe, minha vó, e várias outras pessoas que tiveram inflência na minha vida.

Ele era ateu, assim como os meu avós. Era bastante retraído e tímido, mas me emprestava livros sobre os quais conversávamos depois, era o jeito dele. Ele me ensinou muito, e tinha uma postura ética bem definida. Já faz um ano e meio que faleceu, mas ele está sempre presente na minha vida, por todas as lembranças que deixou. Ele era capaz de ser muito gentil, embora tivesse grande dificuldade de expressar sentimentos.

Às vezes sentávamos e tomávamos cerveja ou vinho juntos, e aí tivemos conversas muito significativas sobre assuntos pessoais. Essas lembranças guardo com especial carinho.

Sinto saudades.

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3 comentários:

  1. Olá, Åsa!
    Todo pai é especial! O seu é um deles...
    ;)
    Belo post!
    bjs

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  2. Triste , mais bonita postagem a sua ... Lembre-se dele sempre assim , pois é assim que ele gostaria de ser lembrado por você , e por todos que o ama .

    Abraços Åsa

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  3. Åsa, como eu disse antes, só de ver a biblioteca do seu pai sei que foi uma pessoa interessantíssima, e lamento pro não tê-lo conhecido.

    Além disso, sabemos muito bem que pais maravilhosos geram filhas excepcionais como você.

    Abraço

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